segunda-feira, 6 de abril de 2015

Deixo o sangue escapar-me por entre os dedos,

as palavras gritam-me aos ouvidos.

Morrer, na sombra que me cobre,

na luz que desiste de me olhar.

As pegadas pregaram-se ao chão.

1 comentário:

Paula disse...

saudades de te ler. é bom ter-te por aqui outra vez.