quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Encho-me de nadas. De não sentir, nos vultos sem cara que passam por mim.

Pensei que me conhecesse. Que me amasse. Tal como sou, sem nada. Com as mãos cheias de passado, de não querer ser. Talvez se me largar. Se me apertar. Se me deixar cair.

Nesta noite em que só me quero perder.

2 comentários:

CÉU disse...

Olá, minha amiga!

Não sei se comentei este teu texto ou não, mas julgo que não, pke tinha chegado de férias poucos dias antes.

Sempre escreveste assim, afirmaste-o no meu blogue, e isso não significa, necessariamente, que te sintas assim. É uma forma de estar, talvez!

Este texto é pequeno, ainda mais sucinto, mas está mto belo.
Enches-te de nadas, k talvez justifiquem os "tudos".

Beijos.

CÉU disse...

Pronto, tal como pensava, não o tinha comentado.

Beijos.