As saudades relembram-me de ti. O quanto de abracei ontem ao despedir-me...o quanto te quis dizer que te amo, que sou tua, que és tudo para mim. Que...que nem tenho palavras. A poesia não é nada, quando não sei o que te dizer. O quanto te abraçar e repetir a palavra de sempre...as palavras de sempre. Acreditar em ti, molhar-me na chuva intensa que vejo lá fora, deixar-me bonita, porque gostas de me ver assim. Deixar as gotas escorrerem-me pela cara e não secar o cabelo, só porque gostas de o ver assim.
Também te quero ver feliz.
Amo-te.

sexta-feira, 30 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
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