Espero por ti neste caminho sem fim...
Horizonte que se expande por entre os sonhos,
na consciência da insignificância de mais uma paixão...
Gota de água num mundo perdido,
um sentimento que se desvanece entre todos...
Sigo com as mãos a brisa que me levas,
vento e folhas que me escapam das mãos,
que não voltam ao que já deixaste...
domingo, 16 de maio de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Sonho que me foge por entre os dedos,
aperto-te, tento segurar-te na minha mão…
Cais. Cais sempre na ilusão,
no amor irreal em que quero acreditar…
És asas, noite, fogo que se apodera de mim sem dó…
Ajoelho-me, entrego-me a ti vazia, vazia de tudo…
Agarro os teus pés em cada passo para o abismo,
na lógica incontornável da falta de ser amada…
aperto-te, tento segurar-te na minha mão…
Cais. Cais sempre na ilusão,
no amor irreal em que quero acreditar…
És asas, noite, fogo que se apodera de mim sem dó…
Ajoelho-me, entrego-me a ti vazia, vazia de tudo…
Agarro os teus pés em cada passo para o abismo,
na lógica incontornável da falta de ser amada…
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