quinta-feira, 25 de novembro de 2010

É tempo.
Sumir-me,
desaparecer por entre as ondas,
afogar-me por entre a espuma,
nas leves memórias dum futuro sem fim...
Acabou.

11 comentários:

ana cristina disse...

adorei e junto-me a ti nese desaparecer

Cadinho RoCo disse...

O tempo é sempre outro.
Cadinho RoCo

m * disse...

Eu sei q não posso , mas juro q queria poder controlar isso *

Insana disse...

O tempo sempre ele...
lindo poema.

bjs
Insana

O Árabe disse...

Belo texto! Mas espero que o sumiço não dure muito. :) Boa semana!

São disse...

Acabou?! Não, quando muito será uma transição e , depois, o recomeço.

Bom dia.

m * disse...

Enfim , n será nada (:

ana cristina disse...

ooh obrigado :)

A.S. disse...

Nada acaba nunca! Há sempre um excesso de infinito...
Voltarás plena e intensa, quando o sol abrir as corolas que o inverno fechou!

Beijos!
AL

PauloMitchell disse...

Veremos, Joana, como isto tudo acaba. Espero que seja rápido.

Um grande beijinho :*

Batom e poesias disse...

Discordando do querido Albino, acho que tudo é finito. E só por ser assim, é possível recomeçar.

Nova vida!
bjs
Rossana