terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Hoje sou ninguém.

Gostava tanto que estivesses aqui. O frio gela-me as mãos e as palavras não saem. Hoje sou ninguém. Só com saudades, com a falta de tudo o que é teu, à espera da tua voz, da tua mão...Espero. Olho para as letras sem significado, para a rua que sempre foi minha...Hoje nada significa. Apenas a saudade de te ter, a espera interminável por ti.

3 comentários:

Por que você faz poema? disse...

Adeus, ano novo!

PauloSilva disse...

Obrigado pelo comentário.

Bem, este teu post diz-me muito: é acordar cedo e tentar agarrar o seu corpo quente no meio dos lençóis frios, é procurar o seu sorriso no meio da vasta multidão.

Sem aquela pessoa, parece que não somos nada.

Muita força! Dias melhores virão.

Canto da Boca disse...

Que as esperas dêem espaço aos encontros!

Beijinho!