segunda-feira, 6 de junho de 2011
Amo-te.
Há silêncios que incomodam. Olhares distantes que te deixam partir, estas lágrimas presas aos fios de memórias...Jardins. As mãos que agarram todas as flores, as palavras que te dou, esta tristeza sem nome de não te saber aqui.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Lágrimas que caem no papel gasto de tanto escrever...de tanto olhar e fingir que tudo passa por ele. Palavras. Apenas palavras. Nem gestos, nem sentimentos...apenas letras perdidas nesta escrita sem nome. E tudo continua...e o tempo mantém-se vivo, o tímido despontar de quem não quer nascer. Renascer. Repetir os mesmos sons, os mesmos erros, as palavras solitárias que caem em mãos sem dono...
Talvez um dia as muralhas caiam e o papel se desfaça em nada.
Talvez um dia as muralhas caiam e o papel se desfaça em nada.
domingo, 10 de abril de 2011
Agarro-te, sabendo que te vou perder. As luzes apagaram-se...Os pensamentos vão até ti, mesmo no escuro. Mesmo perdida na incerteza que te queria gritar...Até as lágrimas me abandonaram, as muralhas de papel que o tempo desfez. Se a tua mão fosse mais do que uma miragem, um sonho que me fugiu por entre os dedos...Não te vás.
sábado, 26 de março de 2011
O silêncio cobre-me as folhas de papel, os dedos que não sabem o que procurar, nem as palavras, nem o que não sai...Para quê, esquecida? Longe de tudo, do coração que cai e se esmaga nas pedras da calçada...o vermelho que me mancha a alma, as memórias vivas que pulsam em mim...Para quê?...O sangue corre por entre as rachas das muralhas que morrem...
sexta-feira, 18 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Hoje preciso de te escrever. É daqueles dias em que se estivesse contigo apenas te quereria abraçar, manter-me assim agarrada a ti para nunca te perder. O sono fugiu...E se uma estrela me caísse aos pés? Talvez a noite fosse menos escura...talvez não tivesse que me agarrar desesperadamente a este papel, à tentativa de passar tudo para meras palavras *
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