segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Pegadas que as ondas apagam,
as marcas que ficaram de ti,
memórias que me fazem parar.
Apenas vejo a morte,
caminho final no anoitecer perpétuo,
esta escuridão que me torna vazia,
que te esqueceste de levar contigo...

8 comentários:

Sara disse...

Gostei muito :)

Apple disse...

Adorei o blog, parabéns

Paula disse...

Nós vemos o que os olhos mostram. E os olhos mostram o que a realidade da nossa alma quer ver. Abre a tua mente a tua alma. Há um mundo para descobrir. Basta dizeres...eu quero descobri-lo!

Phoenix disse...

Sara: obrigada =)
Apple: volta sempre que quiseres, vou seguir o teu blog*
Paula: Tudo o que disseste é verdade..quando escrevi este poema via tudo absolutamente negro, mas sim sei que tenho que abrir a alma a novos caminhos..obrigada pela força e pelo comentário**

Batom e poesias disse...

"esta escuridão que me torna vazia,
que te esqueceste de levar contigo..."

Esse verso em especial ficou belíssimo.
Comoveu-me.

bj
Rossana

A.S. disse...

Um rasgão de luz vai iluminar essa escuridão onde estão mergulhados todos os sonhos, todos os desejos!!!

BjO´ss
AL

Canto da Boca disse...

As ondas podem até apagar das areias, mas das nossas memórias...

Mas a morte, "o fim pode ser o começo de mim".

Um beijinho e obrigada por me ler no Canto, volte sempre, é um prazer ê-la por lá!

;)

Phoenix disse...

Batom e poesia: =)*

A.S. Espero bem que sim e acredito que tal há-de acontecer...há que dar tempo. espero q voltes a este blog*

Canto da boca: sim a "morte" neste momento provavelmente é apenas um início de algo que ainda não vejo..com tempo virá. beijinho =)*