Abraço-me a ti,
à luz que me deixa perdida,
adormecida nos sonhos que me embalam...
Relembro o desenho das tuas mãos,
do som da tua voz,
de cada momento em que as palavras fogem
e se prendem à falta que me fazes.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
As folhas espalham-se na mesa...O estudo, os exames, o medo, esse voou para longe, neste momento em que te relembro. Tenho tantas saudades...A tua memória impõe-se, imagem que se estende pelo amor que sinto por ti. Os sonhos que me balançam a alma e me tiram do chão, das pegadas que agora caminham paralelas, junto às tuas.
Se pudesses estar aqui só um momento...
Se pudesses estar aqui só um momento...
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
O tempo passa indeciso por entre os caminhos que se procuraram...A certeza da tua mão na minha, no amparar de todas as lágrimas que caem, de todos os sorrisos que me dás. Esperei por ti...As palavras que te dou não são mais do já te disse, um simples "adoro-te" que nunca é suficiente. Os longos abraços, as memórias que me fazem sorrir sem razão...És tu a razão de tudo. A paixão que me fazes sentir, o sonho que pensei, um dia, vir a viver...
sábado, 8 de janeiro de 2011
Hoje não sei porque te escrevo. Queria abraçar-te, apertar a tua mão com força, olhar bem para ti e corar de sentir que me vês a alma. Não sei, não sei, prefiro que a mão não pare perdida no papel…É daqueles dias. Perdida. As palavras não saem, só os gestos, mesmo os mais automáticos como o escrever sem pensar. Sim, talvez hoje esteja vazia de pensamentos, de ideias para te dizer o quanto te adoro, de estudos, de tudo. Sobra…nem sei o que sobra. Os olhos fecharam-se no cansaço, as pálpebras caíram sobre o peso do fim do dia…Talvez me possas ver assim, fechada, com a caneta que deixa a tinta correr desordenadamente, vazia, sim, vazia, perdida no meio de tanto em que pensar.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Talvez um dia...
Talvez um dia, perdida por entre os silêncios das palavras, no amor com que pinto a lua que me ilumina...Talvez um dia um grito da alma nos prenda, nos arranque os pés que deixamos no chão, nas mãos que te agarram..."Sou toda tua". Palavras que te dou, soltas no pó que cai sobre nós, em cada noite em que sonho contigo, vento que te leva tudo o que te quero dar...
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